Comitê Americano iguala premiação olímpico e paralímpico, no Brasil, paralímpico ganhou mais
São poucos Comitês Olímpicos Nacionais que reúnem na mesma entidade o esporte convencional e paralímpico. Os Estados Unidos é um deles.
O USOC, United States Olympic Committee, agora sob direção da recém empossada Sarah Hirshland anunciou uma equiparação na premiação do chamado "Gold Awards" que dá aos medalhistas bonus em dinheiro pelas conquistas nos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Inverno e Verão.
Para atingir esta equiparação, a premiação paralímpica ganhou um aumento de 400% em relação ao pago nos Jogos Paralímpicos do Rio 2016. Este ano, nos Jogos Paralímpicos de Inverno, em PyeongChang, os americanos ganharam 36 medalhas o que, pela nova premiação, chega a 1,2 milhões de dólares a serem distribuídos para os atletas.
A nova premiação que é exatamente igual a dos atletas olímpicos dá ao medalhista de ouro 37,5 mil dólares, ao medalhista de prata 22,5 mil dólares e para o bronze 15 mil dólares.
No Brasil, o esporte paralímpico e olímpico são administrados por diferentes organizações e tiveram premiação e critérios distintos nos Jogos do Rio 2016. Os paralímpicos do Brasil ganharam mais prêmios em relação aos olímpicos.
Na Paralímpiada, os brasileiros ganharam do CPB 60 mil reais pelo ouro, 30 mil reais pela prata e 20 mil reais pelo bronze. O COB não fez distinção para ouro, prata e bronze, assim todos medalhistas olímpicos brasileiros do Rio 2016 ganharam 35 mil reais.
Diferente dos americanos, os brasileiros ainda não tem definidos os prêmios e critérios a serem executados para Tóquio 2020.
COMENTÁRIO: Eu acho muito bom saber que um dos países mais glamorosos do mundo já conta com uma igualdade de prêmio para as ambas modalidades, porém, eu acho que as pessoas desvalorizam muito as paraolimpíadas, uma vez que a audiência das olimpíadas foram extremamente maiores e mais valorizadas que as paraolimpíadas, e isso acaba desencadeando na desigualdade de dinheiro no prêmio, claro que assim, ninguém é obrigado a assistir, mas eu acho que por um pouco de preconceito, as pessoas deixam de assistir.
Por outro lado, levando em consideração que antes nem existiam as paraolimpíadas, estamos avançando nesse setor.
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