quarta-feira, 29 de abril de 2020

TE CONTEI - Caio Antunes - 8º ano - 1° bimestre - 2020




Thelma é a vencedora do BBB20 com 44,10% dos votos

Médica anestesiologista é a mais nova milionária do pedaço!


Thelma foi a grande vencedora do Big Brother Brasil (BBB20), da Globo, na madrugada desta terça-feira, 28, com 44,10% dos votos. A médica anestesiologista ganhou a disputa com Rafa Kalimann e Manu Gavassi, que obtiveram 34,81%% e 21,9% dos votos, respectivamente.





A passista ficou confinada com mais 19 participantes nos últimos três meses e garantiu uma trajetória digna de aplausos. A sister sofreu injustiças, foi vítima de racismo, preconceito e aproveitou todas as amizades que conquistou o máximo possível.

No discurso da vitória, Tiago Leifert exaltou as qualidades da campeã: “Thelminha, representar é o que você faz de mais bonito. Ela foi esse ícone porque ela está acostumada. Estava tudo contra a Thelma e ela sabe jogar assim, ela samba na cara da sociedade. Operou os adversários sem anestesia. Só você poderia ganhar esse programa, Thelma. É o melhor final possível”.

Rafa, segunda colocada com o prêmio de R$150 mil, se emocionou com as palavras do apresentador sobre a sua trajetória: “Você capta tudo, você foi a porta-voz das mulheres, a camisa 10. Você é a capitã, a influenciadora. A gente precisava de você. Obrigada por uma temporada maravilhosa”.

Manu Gavassi ficou em terceiro lugar, levou pra casa R$50 mil e ganhou um conselho de Tiago Leifert sobre as inseguranças que carrega da vida: “Você tem um repertório absurdo. Entre ser fada e ser a Manu, escolha sempre ser a Manu”.

COMENTARIO:

Eu acho que ela mereceu ganhar esse prêmio apesar do Babu ter merecido também ganhar  o prêmio de 1,5 milhões de reais mas eu achei que ela merecia porque ela fiou 3 meses confinada com varias pessoas, sofreu muito, racismo contra ela entre outras coisas ditas pelo Thiago.


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ÉTICA E CIDADANIA - Caio Antunes - 8º ano - 1º bimestre de 2020

Covid-19: Ministério da Cidadania conta com mais R$ 26,2 bi para auxílios sociais
Fonte: Agência Senado

O presidente Jair Bolsonaro editou duas medidas provisórias que liberam mais R$ 26,2 bilhões para o enfrentamento da emergência de saúde pública provocada pelo coronavírus. As matérias abrem crédito extraordinário para o Ministério da Cidadania aplicar em ações de segurança alimentar e no pagamento do auxílio emergencial de proteção social.
A MP 956/2020 foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União da sexta-feira (24). O texto libera R$ 25,72 bilhões para reforçar o pagamento do auxílio emergencial de R$ 600 a pessoas em situação de vulnerabilidade.
A maior parte do dinheiro (R$ 23,05 bilhões) vem do superávit financeiro de exercícios anteriores, que integra o caixa único do Tesouro Nacional e é geralmente usado para quitar dívidas. Os outros R$ 2,669 bilhões resultam da arrecadação com a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), um dos tributos que financiam a seguridade social. Os recursos estão direcionados a programas como o Bolsa Família.

Rito sumário

Um ato conjunto das Mesas do Senado e a Câmara prevê um rito sumário para a tramitação de medidas provisórias durante a pandemia. As MPs devem ser examinadas diretamente em plenário, sem passar antes por uma comissão mista.
De acordo com o mesmo ato, cada Casa pode dispor sobre procedimentos adicionais para a análise das MPs. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, decidiu que não vai colocar em votação nenhuma das matérias que abrem crédito extraordinário para o combate da covid-19. Segundo Alcolumbre, a execução dessas despesas independe da aprovação de parlamentares.
Desde o início da crise provocada pelo coronavírus, Jair Bolsonaro editou 15 medidas provisórias que abrem crédito extraordinário para o enfrentamento da covid-19. Juntas, as matérias destinam R$ 252,6 bilhões a vários ministérios.

LINK
https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2020/04/27/covid-19-ministerio-da-cidadania-conta-com-mais-r-26-2-bi-para-auxilios-sociais

COMENTARIO:

Eu acho que apesar dessa ação de liberar bilhoes de reais para pagar os salarios e auxiliar os hospitais, acho que não e o suficiente para reduzirmos a setinha vermelha que indica as vitimas do corona virus nos graficos, acho que para melhorarmos nossa situação atual temos seguir rigorosamente a quarentena e quando sair, sair de mascara e ainda sim evitar sair porque a mascara não e um escudo que te imuniza do covid-19.

EDUCAÇÃO - Caio Antunes - 8º ano - 1º bimestre de 2020



Foi demais': como o ensino à distância está afetando os pais



A rotina desgastante de quem precisa monitorar os filhos nas atividades diárias



O filho de Daniel Levin, Linus, 7 anos, deveria estar estudando matemática. Em vez disso, ele fingiu tomar um banho na sala de estar, esfregando uma borracha seca debaixo dos braços como se fosse um sabonete, o que chateou sua irmã de 5 anos, distraindo-a da atividade de colorir que estava fazendo.

Por mais que tentasse, Levin, que vive no Brooklyn, Nova York, não conseguiu que Linus terminasse os exercícios. Suas esperanças para que ele fizesse a tarefa de leitura também não eram altas.
"Ele deveria completar uma folha inteira com traços característicos hoje", disse Levin na semana passada. "Honestamente, se ele escrever o nome e a idade do personagem, considerarei isso uma vitória."
O filho de Ciarra Kohn está no terceiro ano e usa cinco aplicativos diferentes para a escola. A professora envia planos de aula, mas Ciarra não tem tempo para fazê-los.







O filho mais velho, que está no sexto ano, tem oito disciplinas e oito professores, e cada uma tem seu próprio método. Às vezes, quando Ciarra faz uma lição com ele, ela pergunta se ele entendeu - porque ela não entendeu.
"Suponho que não, mas talvez sim", disse Ciarra, de Bloomington, Illinois, referindo-se ao filho. "Então entraremos em uma discussão, tipo, 'Não, mãe! Ela não quis dizer isso, ela quis dizer isso!'"
O envolvimento dos pais há muito é visto como fundamental para o desempenho dos alunos, tanto quanto o número de estudantes por classe, o currículo e a qualidade do professor. Isso nunca foi tão verdadeiro quanto agora, e em todo o país, mães e pais pressionados pelo serviço de emergência estão achando uma das partes mais irritantes da pandemia.
Com os professores relegados às telas de computador, os pais precisam assumir papéis como assistentes de professores, monitores, psicólogos e funcionários de lanchonetes — enquanto tentam fazer seus próprios trabalhos em circunstâncias extraordinárias. Aqueles que trabalham em serviços essenciais talvez estejam no lugar mais difícil, especialmente se estiverem longe de casa durante o horário escolar, deixando apenas um dos responsáveis ou ninguém em casa quando os estudantes mais precisam.
Os alunos da educação infantil precisam de ajuda para fazer login no Zoom. Os do sétimo ano precisam de ajuda com álgebra, usada pela última vez pelos responsáveis por volta de 1992. A "escola" geralmente termina na hora do almoço, o que leva aos pais de Long Island a Dallas e Los Angeles a fazer a mesma pergunta: quão ruim eu sou se meu filho jogar "Fortnite" pelas próximas oito horas?
Yarlin Matos, do Bronx, Nova York, cujo marido ainda está trabalhando como gerente de um McDonald's, tem sete filhos, com idades entre 3 e 13 anos. Ela gastou parte da ajuda financeira recebida do governo comprando cinco tablets Amazon Fire porque os dispositivos prometidos pelo Departamento de Educação da cidade não haviam chegado.
Yarlin, estudante de Psicologia na Bronx Community College, disse que precisa ficar acordada até tarde, às vezes até às três da manhã, tentando fazer seu próprio trabalho.
"Eu tive um momento de colapso em que precisei me trancar no banheiro e chorar", disse ela. "Foi simplesmente demais."
Existe uma preocupação generalizada de que, mesmo com o ensino à distância, muitos estudantes retornarão à escola um passo atrás de onde estariam se estivessem na sala de aula. (O presidente Donald Trump disse na segunda-feira que os governadores deveriam considerar reabrir as escolas antes do final do ano letivo.) Os professores tiveram pouco tempo para se preparar para o ensino à distância e muitas crianças tinham acesso inadequado ou inexistente ao computador.
Para alunos que não contam com a orientação dos responsáveis, o resultado pode ser ainda pior.
Ronda McIntyre, professora do quinto ano em Columbus, Ohio, disse que dos 25 alunos, apenas seis estavam participando de forma consistente, geralmente aqueles cujos responsáveis já estavam em comunicação constante com ela.
Outras famílias entraram em contato com Ronda para dizer que estão sobrecarregadas demais com seu próprio trabalho para ajudar nas lições em casa. E alguns disseram a ela que estão tentando, mas que seus filhos não cooperavam.
"Ela fica frustrada toda vez que começamos", uma mãe disse por e-mail na semana passada, "e então eu fico irritada e ela fica irritada e geralmente acabamos dizendo que devemos fazer uma pausa e o ciclo se repete. Normalmente, um de nós ou as duas acabamos chorando quando dizemos tudo isso e não conseguimos finalizar nenhum exercício. "
Até mesmo os pais que parecem ter sucesso com a árdua tarefa de organizar os estudos dos filhos em casa dizem estar preocupados com o que os meses fora das salas de aula podem significar. Eles também acham difícil aceitar que a experiência de estar na escola seja reduzida às aulas de 25 minutos pelo Zoom ou pelas lições enviadas por e-mail.
O tuíte decisivo do momento veio de Sarah Parcak, uma arqueóloga da Universidade do Alabama, em Birmingham.
"Eu disse ao (amável, gentil e atencioso) professor do nosso filho que não participaríamos de sua 'sala de aula virtual' e que ele havia terminado o primeiro ano", escreveu ela no Twitter no início de abril. "Não podemos lidar com essa insanidade. Sobreviver e proteger seu bem-estar estão em primeiro lugar. "
Seu post gerou milhares de respostas no Twitter e no Facebook.
"Em termos de reação online, eu diria que no Twitter, provavelmente 95% da reação foi positiva", disse ela em entrevista. No Facebook, que é mais popular entre os pré-millenials, a reação foi mais dividida. Muitas pessoas elogiaram sua decisão, enquanto outras a criticaram por recusar o trabalho duro dos professores e prestar um desserviço ao filho.
"No Facebook, começaram as guerras das mães", disse ela, "e eu sou o muro pelo qual as pessoas estão dispostas a morrer dos dois lados".








LINK da reportagem:

comentário: Eu acho que esse método de estudo a distancia é  uma forma muito boa para estudar e aprender mas também que não e tão bom quanto ensino "cara a cara" em que você olha direto ao olho do professor e eu também acho que as criticas feitas pela aquela ultima mãe mencionada aqui são um tremendo de um absurdo porque mesmo não sendo o melhor(minha opinião) é oque  nos restou ate porque se continuassemos ir para escola a pe ou a carro ou onibus iriamos correr o risco de contrair o virus e assim nos infectarmos.

CIÊNCIAS - Caio Antunes - 8º ano - 1º bimestre de 2020

Brasil teve 18,2 mil casos de sarampo em 2019; doença ainda causa preocupação

BRASÍLIA - O Brasil registou 18.203 casos de sarampo de 2019, quando 15 pessoas morreram em razão da doença . A grande maioria ocorreu em São Paulo , seguido do Paraná, Rio de Janeiro, Pernambuco, Santa Catarina, Minas Gerais e Pará. Das 15 mortes em 2019, 14 foram no estado de São Paulo e um em Pernambuco. Em 2020, já foram registrados mais 202 casos, sendo que o Rio de Janeiro tem um número quase igual ao de São Paulo: 73 e 77 respectivamente.

Os números foram informados nesta segunda-feira pelo Ministério da Saúde por ocasião do lançamento da campanha nacional de vacinação contra sarampo, que irá até 13 de março e tem como foco pessoas de 5 a 19 anos. Em 2019, houve campanhas para crianças menores de 5 anos, e jovens de 20 a 29 anos.

Segundo a pasta, 88,4% dos casos em 2019 foram no estado de São Paulo, onde quase metade dos municípios registrou pelo menos um caso. Em todo o Brasil, 9% dos municípios, ou 526, tiveram casos confirmados.


Em 2020, houve casos em São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina e Pernambuco. Outros quatros estados que tiveram casos em 2019 — Pará, Alagoas, Minas Gerais e Rio Grande do Sul — não confirmaram nenhum em 2020, mas seguem monitorando a doença.

Na campanha de 2019, a meta de vacinação ficou longe de ser alcançada. Das crianças de 2 a 4 anos, por exemplo, 100.676 doses foram aplicadas, contra 824.190 não vacinados. Entre 20 e 29 anos, foram somente 1.881.214 doses aplicadas, e 9.427.379 não vacinados. Assim, segundo o Ministério da Saúde , 10,25 milhões de pessoas deixaram de ser vacinadas. Rio de Janeiro teve a menor cobertura. Em São Paulo, estado mais afetado pela doença, o índice também foi baixo.

— O resultado foi pífio — disse o secretário de Vigilância em Saúde, Wanderson de Oliveira.

Em 2020, são 3,9 milhões de doses da vacina tríplice viral, que protege do sarampo . Segundo o Ministério da Saúde, isso é 9% acima do que foi pedido pelos estados. A campanha será veiculada na TV, rádio, mídia externa e internet e custará R$ 15 milhões.

LINK:

COMENTARIO:

Eu acho que so divulgar a campanha por meio da midia e da tv não ira ainda comprir as metas desejadas, acho que para realmente alcançarmos as metas precisariamos de um pronunciamento do presidente, cientistas entre outros especialistas na area que discursassem sobre tal assunto e tambem que para os ja infectados, começassem a evitar as ruas, quando espirrar, tossir por a mão na frente entre outros.

terça-feira, 28 de abril de 2020

CULTURA - Caio Antunes - 8º ano - 1º bimestre


Coveiros dançarinos: a origem do meme que quer te levar para o outro mundo


Um bom usuário da internet sabe que certos memes têm origens das mais inusitadas e bizarras. E quem está ligado nos vídeos que estão sendo compartilhados nas redes sociais e nos aplicativos de comunicação já reparou que um tipo específico viralizou recentemente: alguém faz uma coisa perigosa, que poderia até levar à morte, e a ação é interrompida por "coveiros dançarinos" que carregam um caixão enquanto uma música eletrônica toca com toda animação.
Memes geralmente são meio malucos, mas esse nos leva à questão: onde diabos conseguiram imagens de um funeral tão animado? De onde vêm esses registros de pessoas dançando e carregando um caixão, situação em que geralmente todos estão desconsolados?
Trata-se de uma cena de um documentário feito pela BBC sobre um fenômeno cultural de Gana, o país africano onde as famílias contratam condutores de caixão — e não coveiros — que animam a despedida de um ente querido com todo estilo.
Eles têm coreografias personalizadas e perguntam aos contratantes que tipo de apresentação querem que seja feita com o caixão do falecido. Segundo o grupo, mais de 100 jovens, homens e mulheres, foram tirados do desemprego trabalhando nessa função.

De onde veio o meme?

O meme nasceu recentemente, no fim de fevereiro, originalmente no aplicativo TikTok. O usuário khvicha pegou um vídeo que mostra uma manobra extremamente arriscada de esqui na neve e no momento do possível acidente fatal emendou a cena dos condutores de caixão dançantes ao som da canção Astronomia, uma música eletrônica de 2010 do artista Tony Igy — essa versão e um remix feito por Vicetone são as mais populares no vídeo viral.
A partir daí, uma infinidade de novas produções foram surgindo. Algumas delas, mais elaboradas ainda, intercalam à cena potencialmente perigosa uma imagem dos condutores de caixão apenas observando e aguardando o fim trágico da sequência. O resultado é sempre o esperado: quando o FAIL acontece, lá está o grupo dançando com o caixão do coitado. Que maldade!
(Mas eu ri...)


LINK
https://www.megacurioso.com.br/estilo-de-vida/114019-coveiros-dancarinos-a-origem-do-meme-que-quer-te-levar-para-o-outro-mundo.htm


COMENTARIO:
Eu acho muito boa essa profissão, pois anima a triste despedida de um ente querido.

Eu achei  que não é um desrespeito aos mortos e sim uma celebração e ainda fica um final feliz não só para os parentes, mas também para os dançarinos que criam 100 vagas de emprego para o país.


Essa profissão rendeu um meme extremamente engraçado que no inicio surgiu no tik tok e que acontece assim, começa com uma pessoa fazendo alguma coisa porém que dar errado e na hora que ela ira se lascar começa a tocar uma musica de 2010 mais as imagens dos dançarinos dançando.

MUNDO - Caio Antunes - 8ºANO - 1° bimestre de 2020

Índia: grupo é obrigado a escrever 'desculpe' 500 vezes

No último sábado, um grupo de turistas estrangeiros foi pego fazendo uma trilha na região norte da Índia. Os policiais obrigaram cada um dos turistas a escrever por 500 vezes a seguinte frase: "Eu não cumpri as regras da quarentena, me desculpem."

Comentário: Eu acho bem justo essa atitude dos policias de mandar esses turistas escrever 500 vezes "desculpa"  pois esses turistas ja estão cientes dessa pandemia de corona virus e que caso eles tivessem contraído lá do pais de origem ou lá mesmo, eles poderiam infectar muitas pessoas ate porque a Índia e o 2 pais mais populoso do mundo e alem de nem toda população não ter onde morar, a Índia não tem espaço territorial para abrigar tanta gente.