Imagens mostram a Catedral de Notre-Dame de Paris por dentro dois meses após incêndio.
Neste sábado (15), meios de comunicação tiveram autorização para entrar na catedral e cobrir a primeira missa celebrada lá após o incêndio que a destruiu parcialmente.
Em 15 de abril de 2019, a Catedral de Notre-Dame de Paris foi atingida por um incêndio de grandes proporções que levou horas para ser extinto e destruiu parcialmente um dos principais edifícios da capital francesa. Dois meses depois, meios de comunicação tiveram autorização para entrar no local e registrar a primeira missa celebrada após a tragédia.
Apenas 30 pessoas tiveram autorização para acompanhar a missa, entre elas vários padres e Karine Dalle, diretora de comunicação da Diocese de Paris, que publicou em uma rede social um vídeo no interior da catedral durante a celebração:
A rede católica de televisão KTO transmitiu a celebração ao vivo e, em diversos momentos da missa, registrou por vários ângulos o estado atual da Notre-Dame de Paris.
As imagens revelam que a catedral ainda está longe de ser restaurada e retornar ao que era: uma pilha de entulhos pode ser vista no meio da catedral, que estava muito mais iluminada do que antes porque ainda não tem um novo telhado.
A estátua da Virgem Maria sobreviveu ao incêndio, e agora está protegida por uma cerca de madeira durante os trabalhos de restauração.
Mas os trabalhos já começaram. Do lado de fora, andaimes foram erguidos dias depois da tragédia. Do lado de dentro, redes de proteção já foram instaladas
Promessas de doação
Entre as promessas de doações para Notre-Dame, que chegaram a € 850 milhões, apenas 9% foram cumpridas, segundo informou a rádio France Info nesta sexta-feira (14). De acordo com o Ministério da Cultura da França, as doações recebidas até o momento chegam a € 80 milhões.
O montante que chegou aos cofres das fundações que gerenciam o patrimônio francês corresponde a pequenas doações particulares, sob forma de cheques, transferências e até mesmo dinheiro vivo. Segundo a France Info, muitos doadores também decidiram recuar, ao perceberem o grande sucesso da mobilização em prol da catedral.
O ministro francês da Cultura, Franck Riester, tentou minimizar a situação, em entrevista ao canal France 2 nesta sexta-feira. "O que acontece é que pode haver pessoas que prometem, mas, no final, não realizam a doação. Mas, sobretudo, e isso é normal, as doações serão feitas progressivamente em função da evolução das obras", afirmou.
COMENTÁRIO:
Eu acho que é muita coincidência, pois ultimamente andamos presenciando uma onda de queimadas em patrimônios históricos. Primeiro o Museu Nacional aqui do Rio de Janeiro, depois o Notre Dame em Paris.
Eu lamento muito pelos dois lamentáveis ocorridos, espero que todos nós rezemos para que não ocorra de novo e acima de tudo, que não haja mais vítimas.
Eu lamento muito pelos dois lamentáveis ocorridos, espero que todos nós rezemos para que não ocorra de novo e acima de tudo, que não haja mais vítimas.
Em relação a recuperação dos museus, parece que o nosso está parado ou indo muito devagar, com pouca verba para reconstrução e quase nenhuma ou nenhuma doação.
Já o Notre Dame tinha aparecido muitas doações. Mas deu para notar na reportagem que aparentemente as pessoas disseram que iriam doar mas não doaram.
Essas pessoas não tem um mínimo de coração pois só se importam com renda e dinheiro e não se importam com esse patrimônio histórico e eu acho um absurdo isso.
Se eu fosse rico, doaria e ajudaria a recuperar os museus que são muito importantes para a cultura do seu país e até do mundo!
Já o Notre Dame tinha aparecido muitas doações. Mas deu para notar na reportagem que aparentemente as pessoas disseram que iriam doar mas não doaram.
Essas pessoas não tem um mínimo de coração pois só se importam com renda e dinheiro e não se importam com esse patrimônio histórico e eu acho um absurdo isso.
Se eu fosse rico, doaria e ajudaria a recuperar os museus que são muito importantes para a cultura do seu país e até do mundo!













