terça-feira, 16 de abril de 2019

TE CONTEI? - CAIO ANTUNES - TURMA 701 - 1º BIMESTRE DE 2019

A Terra pode cair em um buraco negro?


Os muitos mistérios que cercam os buracos negros atraíram milhares de pessoas a olhar para o que, à primeira vista, parece ser uma simples fotografia.
Uma equipe internacional de astrônomos conseguiu a proeza inédita de fotografar um buraco negro e, na quarta-feira, divulgou a primeira imagem do objeto que ainda desafia a ciência. Até então, só havia ilustrações e simulações de buracos negros.
"Ele é um monstro absoluto, o campeão dos pesos-pesados do Universo", disse à BBC o professor Heino Falcke, da Universidade Radboud, na Holanda, que originalmente propôs tentar registrar a imagem do buraco negro na distante galáxia M87.

Mas o que é um buraco negro?

Em 2017, o programa da BBC Os Casos Curiosos de Rutherford e Fry fez essa pregunta. A matemática Hannah Fry e a geneticista Adam Rutherford foram conversar com o astrônomo Andrew Pontzen, que estuda a origem e a evolução do universo, e descobriram que muito pouco se sabe sobre os buracos negros.
"Essencialmente, um buraco negro é um monte de coisa que está presa em um espaço tão pequeno que nada pode sair, nem mesmo a luz", explicou Andrew Pontzen, dizendo que "esse monte de coisa" fica tão denso a ponto de ter gravidade própria.
Os buracos negros surgem a partir de estrelas moribundas, que explodem no final da vida. Depois de consumirem todo o seu combustível, sofrem um colapso gravitacional interno. O que resta delas é transformado em um objeto super compacto do qual nem a luz consegue escapar.
A atração da gravidade dentro desses objetos é tão forte que os fazem começar a sugar tudo que se aproxima.
"Ninguém sabe muito sobre buracos negros, é por isso que eles são tão fantásticos. Não apenas não os entendemos bem, mas o pouco que entendemos expõe os mais estranhos fenômenos da física", reconheceu o astrônomo Andrew Pontzen em 2017.
Apesar de pesquisadores ainda conhecerem pouco sobre os buracos negros, sabe-se, por exemplo, que não é qualquer estrela que se transforma em buraco negro ao morrer. Apenas as com peso suficiente, aquelas que são ao menos 25 vezes maiores que o nosso Sol, são capazes de criar esses abismos que tudo sugam.
Estima-se que existam 100 milhões de buracos negros na Via Láctea, a galáxia da qual o Sistema Solar faz parte.
Se buracos negros são como aspiradores gigantes e há milhões deles na galáxia onde está a Terra, poderia nosso planeta ser sugado por esse corpo celeste que ainda guarda muitos mistérios?
Uma das principais perguntas procuradas na internet na quarta-feira, quando a primeira fotografia de um buraco negro foi divulgada, foi justamente se a Terra poderia ser engolida por um do tipo.
"A resposta curta é sim, poderia acontecer. Mas é muito improvável, e teríamos alguns avisos antes que algo realmente ruim acontecesse", escreveu o astrônomo Christopher Springob no site da Cornell University (EUA), sobre a possibilidade de um buraco se aproximar e engolir nosso planeta.
Apesar dos milhares de anos-luz que separam a Terra do buraco negro mais próximo, que está localizado no centro da Via Láctea, o cientista disse que não pode ser 100% descartado que um buraco negro supermassivo poderia se aproximar de nós se a nossa galáxia se fundir ou "colidir" com outra.
Ainda que considerada uma hipótese pouco provável, "a Terra poderia ser lançada no centro da galáxia, perto o suficiente do buraco negro supermassivo", disse o astrofísico da Universidade de Yale, Fabio Pacucci, em uma palestra no TED.
Isso porque, de acordo com o cientista, "haverá uma colisão entre a Via Láctea e a galáxia de Andrômeda dentro de 4 bilhões de anos, o que pode não ser uma boa notícia para o nosso planeta".
E, se isso de fato acontecer, o que poderia acontecer com os terráqueos?
O mais provável é que terráqueos morram forma violenta. Ou fritos, com o calor da colisão, ou transformados em "espaguete" (ou talvez, as duas opções de uma só vez).
"Se você estiver muito perto de um buraco negro, vai se esticar, assim como acontece com o espaguete", escreveu Kevin Pimbblet, professor de física na Universidade de Hull, no Reino Unido, na publicação The Conversation.
"Esse efeito é causado por um gradiente de gravitação que passa pelo seu corpo", explica o professor, dizendo ainda que as diferentes partes do nosso corpo experimentariam diferentes graus dessa força.


"O resultado não é apenas um alongamento do corpo em geral, mas também uma compressão no meio. Portanto, seu corpo ou qualquer outro objeto, como a Terra, começaria a parecer espaguete muito antes de chegar ao centro do buraco negro", observa Pimbblet.
Isso faria com que as partes mais próximas da Terra se estendessem enquanto as outras partes fossem comprimidas pela gravitação diferente. O resultado seria catastrófico.

O que há dentro dos buracos negros?

Dentro dos buracos negros há tudo o que entrou nele. O problema é que não se sabe em que estado as coisas estão lá dentro.
Mas se fosse possível chegar e entrar em um desses buracos, o que veríamos?
Existem diferentes teorias. "Uma das possibilidades é 'a muralha de fogo' que, como o nome sugere, é um bando de partículas em chamas que iria fritá-lo como uma batata", disse Pontzen.
Sobre a forma, sabemos que buracos negros são corpos esféricos. E se estiver girando – o que é bem provável, já que todos objetos no universo giram em algum grau – o buraco seria mais largo no centro, ao invés de ser um circulo perfeito. 


A força da gravidade atrai gás e poeira que se acumulam em uma espiral. À medida que o material é consumido, o atrito o aquece a bilhões de graus, produzindo grandes quantidades de radiação e vazando energia e partículas carregadas.
Os cientistas que fotografaram o buraco da galáxia M87 capturaram, na verdade, rajadas de radiação dos objetos sugados por ele.
Tecnicamente, não é possível ver diretamente buracos negros. É possível, contudo, ver a sombra deles, uma espécie de ilusão visual criada pela gravidade.
A aparência é de um anel brilhante que margeia a sombra do buraco negro. A parte interna desse anel de material gira a uma velocidade próxima à da luz.
De acordo com a teoria da relatividade de Albert Einstein, uma fonte de luz parecerá mais brilhante se estiver se aproximando de você. Então, quando o material composto de poeira e gás estiver se aproximando do ângulo a partir do qual você olha, isso pareceria brilho crescente dentro do buraco negro.
(...)

FONTE: MSN NOTÍCIAS - 11/04/2019
LINK - https://www.msn.com/pt-br/noticias/ciencia-e-tecnologia/a-terra-pode-cair-em-um-buraco-negro/ar-BBVQX28?ocid=spartanntp


MEU COMENTÁRIO:

Eu acho até que é possível a Terra cair em um buraco negro, mas acho pouco provável.

Se os governos do mundo se unissem e investissem em pesquisa, daria pra lançar uma sonda e descobrir um planeta que possa nos acolher no caso de um engolimento da Terra.

Eu acho bem legais esses assuntos de buraco negro, astronomia e etc..., porém temos atualmente poucas notícias de buracos negros, já que eles estão bem longe de nós, porém isso não tira a possibilidade de um engolir a Terra. Fazendo uma comparação, assim como no Brasil é pouco provável, mas é possível acontecer um tsunami no Brasil.

Mas que dá um pouco de medo, isso dá. Ainda bem que isso seria só daqui a milhões de anos. Até lá talvez o próprio Homem já tenha destruído o planeta!

CAIO ANTUNES
TURMA 701
COLÉGIO FERNANDES VIDAL
1º BIMESTRE DE 2019

MUNDO - CAIO ANTUNES - TURMA 701 - 1º BIMESTRE DE 2019

Papa faz apelo e pede que jovens se libertem do vício pelos celulares



O papa Francisco fez um apelo neste sábado (13) para os jovens não terem medo do silêncio e se libertarem da dependência de seus telefones celulares, que é "como uma droga".

O pedido foi feito durante discurso aos estudantes do instituto público Ennio Quirino Visconti de Roma, na Sala Nervi, por ocasião do Ano do Jubileu Aloísio. "Libertem-se da dependência do celular! Por favor!", apelou o Papa , ressaltando que hoje em dia "os celulares são de grande ajuda, são um grande progresso, e é preciso usá-los, mas quem se transforma em escravo do telefone perde a sua liberdade".

"Não tenha medo do silêncio, de estar sozinho, de escrever seu próprio diário. Não tenha medo das dificuldades e secura que o silêncio pode trazer. O silêncio pode ser entediante, mas livrem-se do vício do celular", afirmou.

Francisco ainda explicou que o "telefone celular é uma droga" que "pode reduzir a comunicação a simples contatos". No entanto, para ele, a vida não é entrar em contato, é comunicar". Durante seu discurso, o líder da Igreja Católica também pediu para os jovens não sentirem medo da diversidade porque o contato com diferentes culturas é enriquecedor.

"Por favor, não tenham medo da diversidade. O diálogo entre diferentes culturas enriquece o país, enriquece a pátria e nos faz olhar para uma terra para todos, não apenas para alguns", disse o Pontífice aos estudantes.

Além disso, o argentino recomendou que todos lutem contra o bullying na escola, que é praticamente uma "guerra". Jorge Bergoglio lamentou o assédio escolar e disse que "dói" ver quando existe esse tipo de agressão em um colégio.

Entre os conselhos, o Papa alertou que durante a vida afetiva existem duas dimensões necessárias: "a felicidade e o pudor". "Amar com vergonha, não descaradamente e permanecer fiel no amor. O amor não é um jogo, é a coisa mais linda que Deus nos deu. Não o sujem com a imprudência da falta de pudor".

Para o Santo Padre, é necessário "amar com clareza, com grandeza, amar com o coração dilatado, a cada dia", e ser fiel, porque a "fidelidade, juntamente com o respeito pelos outros, é uma dimensão essencial de todo relacionamento amoroso verdadeiro, já que não se pode brincar com os sentimentos".

Por fim, Francisco aconselhou que amar não é apenas uma expressão do vínculo afetivo de um casal, mas também pelo compromisso de solidariedade com o próximo, especialmente com os mais pobres. "O amor ao próximo se alimenta de fantasia e sempre vai além: além das paredes, além das diferenças, além dos obstáculos", acrescentou.

Em seu último pedido, o Papa clamou para que todos os adolescentes jamais deixem de "sonhar grande" e de "desejar um mundo melhor" para todas as pessoas do planeta.

FONTE: IG - ÚLTIMO SEGUNDO - 13/04/2019

MEU COMENTÁRIO:

Eu acho até certo afirmar que celular vicia o jovem ou a criança, porém também acho que a culpa diretamente é dos pais de não fiscalizar o conteúdo acessado pelo filho, ver os conteúdos acessados e dizer se são bons ou não, e se ele insistir, explicar o porquê disso e também explicar por que vício não é bom.

As pessoas devem aproveitar a vida, até porque é única, é importante ter comunicação pessoalmente, brincar, até brigar!, se colocar e etc... O vício no celular faz as pessoas ficarem muito tempo deitadas ou sentadas, sem fazer exercícios, fazendo mal à saúde.

Mas isso de vício já afetou grande parte da população mundial, inclusive eu, porém minha mãe encontrou uma solução para meu problema de vício, que é me deixar usar meu celular somente até certo horário.



CAIO ANTUNES
TURMA 701
1º BIMESTRE DE 2019
COLÉGIO FERNANDES VIDAL

ÉTICA E CIDADANIA - CAIO ANTUNES - 701 - 1º BIMESTRE DE 2019

Homofobia, Legislofobia e o STF: Quando iremos entender que ser liberal implica em aceitar o cidadão como ele é?

Leon Victor de Queiroz

28 de fevereiro de 2019 | 16h50

Matar uma pessoa sempre foi crime no Brasil, mas o debate sobre a criminalização da homofobia nos leva a crer que é permitido matar gays, trans, lésbicas, drags, a lista é extensa e inclui mulheres cis heterossexuais. Muitas vezes o debate fica truncado porque, de um lado, há as instituições formais como o código penal com a proibição de matar uma pessoa, seja ela homo ou heterossexual, cis ou trans, homem ou mulher; e a realidade de que os agressores dessa parte da população permanecem impunes.
As estatísticas são tristes. Um percentual baixíssimo dos inquéritos se transforma em ação penal, outro ainda mais baixo chega a uma condenação transitada em julgado. Boa parte se perde num modelo arcaico de persecução penal, que dificulta o trabalho dos agentes e delegados de polícia.
Quando se diz que é preciso criminalizar a homofobia (que se traduz em lesão corporal, crimes contra a honra, homicídios, feminicídios) é como se houvesse uma autorização para agredir a população LGBTQI, mas na verdade o que ocorre é um desdém, uma indiferença em função da vítima, do seu comportamento (colocando-se muitas das vezes a culpa na própria vítima). Mas me questiono: se os homicídios dificilmente geram inquéritos que chegam a uma condenação final, tipificar a homofobia resolveria essa crescente violência? Matar alguém por ser gay não se encaixaria na majorante “motivo torpe” (art. 121, §2°, I, CP)? Motivo torpe é algo moralmente reprovável, repugnante. Ora matar alguém exclusivamente por conta da sexualidade, é algo repugnante e já estaria contemplado na legislação. A criminalização efetiva da homofobia pode não trazer proteção imediata, mas o efeito pedagógico e o recado a quem tem tendência de agredir gays, será instantâneo. É a resposta que a comunidade gay tanto deseja ter, por décadas de sofrimento e humilhação.
Mas a face da homofobia não está apenas na lesão corporal, nem no homicídio, está também na humilhação cotidiana dentro de casa, no trabalho, na rua, no restaurante e aí há outro debate uma vez que os crimes contra a honra não se aplicam, pois não há nada desonroso em ser gay, em fazer carinho no companheiro ou companheira publicamente, desonrosa é a forma como a população LGBTQI é tratada. Nesse sentido, punir pessoas e estabelecimentos é fundamental para se garantir o direito fundamental de ir e de vir, bem como o da dignidade da pessoa humana. E nessa linha vale ressaltar a iniciativa do Estado da Paraíba, cujo projeto do Deputado Estadual Anísio Maia tornou a homofobia ilegal no estado. Falo da Lei Estadual nº 10.895, de 29 de maio de 2017, que proíbe e pune atos de discriminação em virtude de orientação sexual, nos estabelecimentos comerciais e órgãos públicos da administração direta e indireta. É possível ver cartazes de 50x50cm espalhados pelo comércio, alguns inclusive com as cores do arco-íris. Enquanto o Congresso Nacional não decide sobre o assunto, a Paraíba inova, já que não pode criar tipo penal, mas pode tornar a conduta passível de punição por meio de multa.
Uma não decisão, é uma decisão. Seja por falta de consenso (lembrando que o Brasil tem um modelo consensualista), seja por falta de amadurecimento sobre o tema, o que demanda mais debates. Entretanto, quando se trata de Direitos Fundamentais e ainda mais envolvendo violência, a questão do tempo é complexa. Não há como aguardar que o Congresso se entenda sobre a homofobia, a resposta é urgente e já há inúmeros projetos na Casa sobre isso.  E o debate não tem a ver se A ou B concorda ou não concorda com o comportamento de C ou de D. Mas o que está em jogo é o respeito e a efetiva cidadania de uma parcela da população, que por ser minoria e carecer de vozes no Congresso, não consegue a proteção da legislação, embora a Constituição diga o contrário. Essa ausência de efetivação da vedação da discriminação que carrega nossa Carta Magna é que está movendo o Supremo Tribunal Federal a determinar que o Congresso Nacional legisle sobre o tema e proteja a população LGBTQI.
Não há dúvidas de que negros, mulheres e gays sofrem agressões diariamente. Os dois primeiros já conseguiram proteção específica por se tratar de crimes específicos. É inacreditável que em pleno século XXI ainda exista agressão a pessoas negras, a mulheres e a gays. A intolerância parece ter ganância. Para quem se define liberal e busca o Estado mínimo, é preciso entender que a ausência do Estado não se dá apenas na economia, mas, principalmente, na vida íntima do cidadão, garantindo que ele seja quem ele escolher ser, e punido exemplarmente quem não respeitar isso.
Entretanto, me questiono se a determinação do STF em mandar o Congresso legislar não teria um efeito não intencional. Esse tipo de construção legislativa exige tempo e lobby para avançar e a interferência do Judiciário nesse assunto pode fazer com que se repita a questão dos fundos de participação, em que o STF mandou o Congresso readequar os repasses do Fundo de Participação dos Estados dentro de 24 meses, e até hoje nada foi feito.
Por fim, é impressionante que ainda hoje nada tenha sido feito, e que seja necessária a atuação da Suprema Corte no sentido de obrigar o Congresso a cumprir com uma obrigação constitucional.
FONTE: ESTADÃO
LINK: https://politica.estadao.com.br/blogs/legis-ativo/homofobia-legislofobia-e-o-stf-quando-iremos-entender-que-ser-liberal-implica-em-aceitar-o-cidadao-como-ele-e/


MEU COMENTÁRIO:

Eu acho que essa lei deveria ser aprovada, a homofobia deveria ser criminalizada. A pessoa vai e agride um LGBT e diz que agrediu por causa de sexo, QUE INJUSTIÇA, se eu fosse um presidente eu aplicava essa lei e ainda acrescentava que qualquer agressão de qualquer tipo a um LGBT, NEGRO ou MULHER fosse prisão perpétua.


O texto diz que "Não há dúvidas de que negros, mulheres e gays sofrem agressões diariamente. Os dois primeiros já conseguiram proteção específica por se tratar de crimes específicos." Então eu pergunto por que será que os LGBT não? 


O maior problema do Brasil é a falta de empatia, de se colocar no lugar do outro, na sociedade um se acha melhor que o outro, como no caso das mulheres, que o marido se acha o dono da mulher e faz coisas com ela que ela não gostaria que fizessem consigo, ou no caso dos negros, que por conta da colonização, foram classificados como "menores" que as outras etnias, quando na verdade não são.


Uma frase que sem sombra de dúvidas responde todos esses atos ruins é "TODOS NÓS SOMOS IGUAIS".

CAIO ANTUNES
TURMA 701
1º BIMESTRE DE 2019
COLÉGIO FERNANDES VIDAL

POLÍTICA - CAIO ANTUNES - TURMA 701 - 1º BIMESTRE DE 2019

Política – Internacional: Israelenses condenam Bolsonaro por fala sobre Holocausto




O presidente de Israel, Reuven Rivlin, se uniu a diversos israelenses para criticar o presidente Jair Bolsonaro, após o brasileiro dizer que os crimes do Holocausto podem ser perdoados, mas nunca esquecidos. “Nós nunca perdoaremos e nunca esqueceremos. Ninguém jamais será capaz de impor perdão ao povo judeu e nunca poderá ser obtido por outros interesses”, disse Rivlin no Twitter, sem citar o nome do brasileiro.

“O que [os nazistas] fizeram conosco está gravado em nossa memória, na memória de um povo antigo”, acrescentou o chefe de Estado israelense, ressaltando que os judeus “sempre lutarão contra a xenofobia e o antissemitismo”. Para Rivlin, “líderes políticos são responsáveis por moldar o futuro. Historiadores descrevem o passado e investigam o que aconteceu. Nenhuma das partes deveria entrar no território da outra”.

Neste sábado (13), o centro de memória do Holocausto Yad Vashem, em Jerusalém, divulgou um comunicado no qual afirma que “não é direito de nenhuma pessoa determinar se crimes hediondos do Holocausto podem ser perdoados”. Segundo a nota, o museu dedicado a homenagear as vítimas do genocídio afirma que “desde sua criação tem trabalhado para manter a lembrança do Holocausto viva e relevante para o povo judeu e a toda humanidade”.

Durante reunião com pastores evangélicos no Rio de Janeiro, na última quinta-feira (11), Bolsonaro provocou debates em todo o mundo depois de dizer que é possível perdoar o Holocausto, só não esquecê-lo. “Fui, mais uma vez, ao Museu do Holocausto. Nós podemos perdoar, mas não podemos esquecer. E é minha essa frase: Quem esquece seu passado está condenado a não ter futuro. Se não queremos repetir a história que não foi boa, vamos evitar com ações e atos para que ela não se repita daquela forma”, afirmou o mandatário brasileiro. Neste domingo (14), o embaixador de Israel no Brasil, Yossi Shelley, informou que recebeu uma mensagem de Bolsonaro, na qual explica que “o perdão é algo pessoal”. Além disso, ele tomou partido de Bolsonaro e alertou que quem tentar desacreditar “das palavras de um grande amigo do povo e do governo de Israel” não terá sucesso. 

“Em nenhum momento de seu discurso o presidente mostrou desrespeito ou indiferença em relação ao sofrimento dos judeus”, publicou em uma rede social. 

Bolsonaro é considerado um forte apoiador de Israel e do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu. No início do mês, ele visitou o Museu do Holocausto e chegou a afirmar que “não há dúvida de que o nazismo foi um movimento de esquerda”. A declaração contraria todas as informações disponibilizadas pelo centro cultural.
FONTE: PORTAL BRAGANÇA NEWS
14/04/2019

LINK: https://news.portalbraganca.com.br/nacional/politica-internacional-israelenses-condenam-bolsonaro-por-fala-sobre-holocausto.html


MEU COMENTÁRIO:


Eu acho que essa fala do Bolsonaro é totalmente sem sentido, o nazismo é algo que não foi e nunca será perdoado. 



E ele afirmar que o nazismo é um movimento de esquerda? O próprio Museu do Holocausto tem informações e documentos que desmentem isso. 



Me poupe, ele diz isso porque é de direita que só presta atenção nos ricos e faz com que os trabalhadores percam seus direitos.


CAIO ANTUNES
TURMA 701
1º BIMESTRE DE 2019
COLÉGIO FERNANDES VIDAL

SAÚDE E BEM ESTAR - CAIO ANTUNES - TURMA 701 - 1º BIMESTRE DE 2019

Síndrome Alcoólica Fetal: os males causados nos filhos pelo consumo de bebidas na gravidez

Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria, estudos apontam que de cada 1 mil nascidos vivos, de dois a sete bebês apresentam sinais da Síndrome Alcoólica Fetal; para a maioria dos sintomas não há cura e diagnóstico é difícil.


Rachel, de 16 anos, parou de crescer há seis anos. Andy tem problemas graves de memória. Ambos sofrem com o transtorno conhecido como Síndrome Alcoólica Fetal, provocado pelo consumo de grandes quantidades de álcool pelas mães durante a gestação.

Andy e Rachel foram adotados pelo casal Sharon e Paul, que também criam outros três filhos adotivos. 
Quando pequeno, Andy tinha ataques de pânico em lugares com muita gente. Enfrentava dificuldade para executar atividades cotidianas simples como escovar os dentes. 

Tinha problemas para se concentrar. Médicos haviam diagnosticado Andy com síndrome do espectro alcoólico fetal, mas os serviços de assistência social, segundo a mãe adotiva, nunca deram muita importância. 


Andy também sofre com problemas físicos provocados pelo consumo de álcool da mãe biológica. A mandíbula inferior se desenvolveu corretamente, mas a superior, não. Aos 17 anos, ele precisou passar por uma cirurgia. 

Diagnóstico difícil

Rachel também tem problemas físicos, como dificuldades para movimentar as articulações e percorrer grandes distâncias a pé. A síndrome foi diagnosticada quando ela tinha seis anos. Ela sofre, ainda, com transtorno de déficit de atenção e hiperatividade. 


Não há dados oficiais sobre quantas crianças sofrem com esse tipo de síndrome, porque ela é considerada de difícil diagnóstico. Estudo do Centro de Dependência e Saúde Mental do Canadá estima que 119 mil crianças com Síndrome Alcoólica Fetal nasçam a cada ano no mundo. 


Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria, estudos apontam que de cada 1 mil nascidos vivos, de dois a sete bebês apresentam sinais do problema. 


Entre os sintomas, há danos cerebrais, problemas físicos e no sistema nervoso central, entre outros. As manifestações da síndrome, em sua maioria, não têm cura. 


Ainda conforme a Sociedade Brasileira de Pediatria, entre os sintomas mais comuns da Síndrome Alcoólica Fetal estão: 


  • * alterações faciais;
  • * atraso no crescimento;
  • * desordens de comportamento e de aprendizado;
  • * comprometimento em diferentes órgãos, aparelhos e sistemas, principalmente no nervoso central. 

Há também três alterações faciais relacionadas à Síndrome Alcoólica Fetal, de acordo com a Sociedade Brasileira de Pediatria. São elas: pálpebras estreitas e pequenas, ausência de filtro nasal e borda vermelha do lábio superior fina. Além disso, também podem ocorrer microcefalia, problemas no fígado, rins, coração, além de déficit de audição e visão. 


Abstinência antes e durante gravidez

A prevenção, segundo especialistas, está baseada na abstinência total de consumo de álcool pela mulher grávida e também pela mulher que deseja engravidar. 


"É preciso diagnosticar todas as crianças que sofrem [com a síndrome] e ajudá-las para evitar que padeçam de transtornos derivados, como problemas de saúde mental. A Síndrome Alcoólica Fetal causa um dano cerebral permanente, mas também não é uma sentença perpétua. Com ajuda, dá para viver uma vida plena", explica Sharon, a mãe adotiva de Rachel e Andy. 


Os dois filhos adotivos de Sharon compartilham sentimentos similares em relações às mães biológicas. 


"Eu tenho de lutar todos os dias com alguns sintomas sabendo que eles eram totalmente evitáveis. É muito difícil, mas não sei qual era a situação da minha mãe ou quais eram as circunstâncias da vida dela", diz Andy.


Rachel, por sua vez, reconhece que ter sentimentos controversos em relação à mãe. "Me sinto frustrada e triste, mas tento ser compreensiva porque talvez minha mão biológica não soubesse as consequências do que estava fazendo. De toda forma, tenho de viver cada dia sabendo que sou diferente porque uma pessoa cometeu um erro", afirma. 


FONTE: BBC NEWS, VIA G1

MEU COMENTÁRIO:

Eu acredito que se o governo atual fizesse campanhas ou até uma lei que vigorasse brevemente e  fosse obedecida, esse problema de saúde poderia ser drasticamente reduzido ou até desaparecer do Brasil.

Uma grande campanha, tipo "se beber não dirija", como por exemplo "se engravidar não beba".

É importante que as mulheres entendam que não podem beber durante gravidez.

Eu acho essas mulheres que bebem durante gravidez umas sem-vergonhas que não pensam no filho.

 CAIO ANTUNES
TURMA 701
1º BIMESTRE DE 2019
COLÉGIO FERNANDES VIDAL